Tentar outra vez…

O que nos motiva a tentar outra vez?

Sempre que precisamos tentar algo outra vez, encaramos a tentativa passada como perda, fracasso, erro e assim, parece que temos que colocar muita força para tentar outra vez, reconectar e recomeçar. “Isso serve para qualquer cenário da vida, porque algo se finalizou ou já não existe mais. Só se pode olhar para aquilo que vem pela frente e não o que já foi. Por isso, devemos tentar e realizar quantas vezes forem necessárias, até que se conclua aquilo que desejamos.

Seja para uma demanda de trabalho, uma história, um relacionamento ou uma experiência, tentar outra vez deve ser visto como um treino. Uma oportunidade de fazer de novo, e validar todas as horas utilizadas naquilo que eu já vivi como musculatura de experiência para refazer.

Devemos continuar, independente de estarmos fragmentados ou machucados, estamos aqui e precisamos seguir em frente sem medo.

Quando perdemos o sentido dentro de um contexto, muitas vezes não percebemos. E apenas quando nos deparamos com um grande “e agora?” –é que acreditamos que é o momento de escolher fazer algo e bolar estratégias para realizar aquilo que clama dentro de si mesmo. “O que muitas pessoas não sabem, é que esse caminho pode ser construído, não precisa esperar chegar ao grande “e agora?”.

Desde que haja felicidade e completude, é possível realizar a transição desse processo, mas senão houver abertura para esse questionamento dentro de si mesmo, você continua arrastando uma situação para o universo. É necessário aprender a olhar para a transição e começar a caminhar para um novo destino que te atenda e realize. Entenda, se algo não está caminhando é porque o caminho não é por ali. Faça ajustes internos para manter o caminho e deixe ele se ampliar, some ao que você está fazendo para que te atenda. Apenas aquilo que te atende de fato vai gerar resultados.

Nunca desista de você e do movimento da vida. No momento em que você desiste de algo, há um movimento dentro de você que quer viver e isso entra em conflito com a desistência que você fez de você mesmo, de ser feliz ou de concretizar algo. Há um choque da desistência física e racional e dessa voz que clama dentro de você. Ou seja, tente!

O que nos move é sempre ter em mente a seguinte frase: “eu não posso parar nunca”. Identifique o que não te atende mais, comece a transição para tudo o que te move se tornar realidade e se mover antes de colapsar. Nós aprendemos a não cutucar a vida, mas fazer isso é necessário, para aprender que podemos mais. Não sabemos que podemos mais até sermos exigidos. A forma de olhar essa exigência é que faz toda a diferença: você vê como um sacrifício ou como uma nova tentativa? O que te move? Pense nisso!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *