A conexão do amor e os padrões que atrapalham um relacionamento

“Seja o parceiro (a) que você quer ter”

Como nós nos conectamos e desconectamos com as pessoas? O que nós buscamos no outro e o que faz com que tenhamos uma relação de amor, desejo e namoro? Essa conexão deve começar com uma amizade verdadeira, sendo ela fundamental para ter um relacionamento sadio. Afinal, é com quem você vai ou pretende conversar por muitos anos.

Existe um padrão de conexão de relacionamento, que a pessoa constrói ao longo do tempo, e que tende a se repetir, seja para situações boas ou ruins. Isso não tem a ver com fisionomia do parceiro, mas sim com o comportamento. Você vai se relacionando e descobre: “puxa de novo?”. E isso acontece geralmente quando a pessoa gostaria que determinada situação não se repetisse.

Nessa situação, muitas pessoas se perguntam: por que quando eu me conecto com alguém, a história acontece com o mesmo sentimento de fundo? Isso tende a acontecer até que você comece a entender qual é ​o ​padrão – o sentimento que gera essa repetição de acontecimento, para que assim haja um aprendizado e transforme essa percepção.

Percebendo isso a pessoa pode se conectar, ter um relacionamento de forma “mais inteira” – e pode ser até com a mesma pessoa, sem que seja necessário acabar com o relacionamento atual. A pessoa pode ajustar nela e automaticamente disponibilizar isso para o outro – que também irá mudar a percepção dele sobre o parceiro (a) – e aí sim eles se conectam de outra maneira.

A pessoa tem que mudar para ela e se o companheiro atual não acompanhar essa nova frequência, vai chegar alguém que acompanhe. No entanto, o melhor é quando existe essa busca da felicidade pelo casal.

Muitas vezes essa mudança do padrão pode acontecer em conjunto. E a primeira dica é – observar o padrão de relacionamento que cada um teve desde o seu primeiro relacionamento ou casamento, para saber o que vem se repetindo. Uma dica é – seja o parceiro (a) que você quer ter. Muitas pessoas dizem: “você não fez isso para mim, então eu não vou fazer isso para você”; É aí que começa uma “caderneta infinita de dívidas” e não flui o relacionamento. Então, localiza o padrão, a emoção, olhe para você, seja o parceiro (a) que você quer ter e rasgue essa caderneta de dívidas para dar o primeiro passo para essa mudança.

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